Politicando
Suplente de Renan Filho pode “ganhar” quatro anos de mandato no Senado
Ex-governador pode tentar retornar ao comando do Executivo estadual em 2026
Se confirmados os números apresentados em todas as pesquisas de opinião pública, o ex-governador Renan Filho (MDB) ocupará a vaga disponível no Senado Federal a partir de 2023. Há, ainda, a possibilidade de o primeiro suplente – a ser escolhido – assumir o mandato em duas oportunidades.
A primeira consiste na possibilidade de Renan Filho ser convidado para assumir um ministério (Economia ou Integração Nacional), caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja eleito para a presidência da República. Com isso, o suplente assume o posto no Congresso Federal pelo período em que o titular estiver como membro do primeiro-escalão do Governo Federal.
Paralelo a isso, o ex-governador – que não nega sua preferência pelo Executivo – pode ter pretensões de retornar ao comando do Poder Executivo estadual. Caso seja candidato a governador e vença nas urnas, Renan Filho volta ao Palácio República dos Palmares e o suplente “ganha” um mandato no Senado de quatro anos.
Embora a condição de primeiro suplente de Renan Filho seja tentadora, ainda não há definição do nome que ocupará o posto. O primeiro especulado foi o da ex-primeira-dama, Renata Calheiros – mais logo foi descartado pelo “fogo amigo”. Agora, quem está na vez é o deputado federal, Pedro Vilela (PSDB) – que ocuparia a cadeira que já foi do tio no Senado, Teotônio Vilela, e se tornaria o orgulho da família.
Vale destacar que, ao menos por enquanto, tudo é apenas especulação. No entanto, "uma mentira dita mil vezes torna-se verdade".
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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