Politicando
Votação de Dr Wanderley é a esperança da “chapa da morte” do MDB para a ALE
Partido tem dezesseis detentores de mandato e precisa superar o coeficiente eleitoral
O vice-governador de Alagoas, José Wanderley Neto, chegou a se colocar a disposição do partido para continuar ao lado de Paulo Dantas para a reeleição. Mas sua saída da disputa proporcional poderia prejudicar toda a chapa do grupo montada por Marcelo Victor e Renan Calheiros.
Isso ocorre pelo fato de o MDB ter a chamada “chapa da morte” para a Assembleia Legislativa Estadual (ALE), com dezesseis deputados detentores de mandato e vários ex-secretários de Estado bem avaliados pela opinião pública e com estrutura suficiente para “brigar” por uma cadeira no parlamento.
A provável votação de cada um desses nomes está sendo calculada por especialistas que avaliam que a ausência de qualquer pré-candidato pode fazer com que a chapa não alcance o coeficiente suficiente para que o partido consiga eleger o maior número de candidatos.
Com a expectativa de 30 mil votos, a saída de Dr Wanderley da chapa do MDB à ALE poderia causar prejuízos irreparáveis. Portanto, mesmo sendo a melhor opção para ser o vice de Paulo Dantas na disputa majoritária, o médico cardiologista tem a importante missão de “salvar” (com sua votação) diversos nomes que pretendem manter uma cadeira na Casa de Tavares Bastos. E ele, por óbvio, conquistar a sua.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Fernanda Cavalcanti leva entrega de peixe aos moradores do Passo de Camaragibe
Carro cai em cratera aberta após chuvas no bairro da Ponta Verde, em Maceió
Polícia cumpre mandados e apreende celulares em cidades de AL e PE
Ifal Maragogi abre seleção para contratar estagiários de Pedagogia
Semana Santa: Nutricionista orienta sobre consumo consciente de peixes e chocolates
