Politicando
Maceió: Collor lidera disputa pelo governo; Davi Davino ao Senado
Números divulgados pelo FALPE mostram o cenário na capital alagoana entre os dias 15 e 17 de julho
O Instituto Falpe divulgou, nesta segunda-feira (18), os números da disputa pelo governo de Alagoas e ao Senado Federal, em Maceió. O levantamento mostra o senador Collor (PTB) liderando a preferência do eleitoral na capital, com 21,75%.
Em segundo, está o ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSD), com 20,75%, e o senador licenciado Rodrigo Cunha (UB) aparece na terceira colocação, com 16,5%. Já o governador Paulo Dantas (MDB) figura na quarta colocação, com 7,5%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº AL – 00069/2022.
Ainda conforme o instituto, Mônica Carvalho tem apenas 2%. Nenhum dos candidatos representa 16,5% e não opinaram 15%.
DISPUTA AO SENADO
Na disputa pela cadeira ao Senado, o deputado estadual Davi Davino (Progressistas) está na frente, com 29%, e o ex-governador Renan Filho (MDB) tem 23,5%. O vice-prefeito de Maceió, Ronaldo Lessa (PDT), obteve 8,75% das intenções de votos. Mário Agra (PSOL) figurou com 3,5% das manifestações dos ouvidos.

Pré-candidato ao senado, Davi Davino. Foto: 7Segundos
Conforme a Falpe, a margem de erro da pesquisa é de 2,83% para + ou para –, com intervalo de confiança de 95%. O sistema de coleta realizado pelo instituto foi por meio da entrevista domiciliar. Foram ouvidas 1,2 mil pessoas de 15 a 17 de julho de 2022.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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