Politicando
A importância dos vices para as eleições de governador em Alagoas
7 Segundos faz uma análise das imagens de Ronaldo Lessa, Jó Pereira, Leonardo Dias e Arthur Albuquerque
Nestas eleições para o Governo de Alagoas, chama atenção o fato que está sendo dado para a escolha do vice-governador. Durante a campanha eleitoral, o vice tem papel de destaque e pode ajudar a definir uma eleição. Para explicar a importância destes personagens, o Portal 7 Segundos apresenta uma análise da presença deles ao lado dos candidatos ao executivo estadual.
O vice do governador Paulo Dantas, Ronaldo Lessa possui um legado como ex-governador, em 1998, reelegendo-se, em 2002, e ex-prefeito de Maceió, em 1992. Durante essas gestões, Lessa conquistou o carinho dos servidores públicos estaduais e municipais e muitos deles ainda têm afeto por ele. Por conta disso, a presença dele ao lado de Paulo acaba agregando valores à candidatura do governador. Ronaldo Lessa chega a dispensar apresentações.
A vice de Rodrigo Cunha, a deputada estadual Jó Pereira tem perfil combativo e atuante, principalmente, na defesa dos direitos das mulheres. Para se ter ideia da importância de Jó Pereira, a vice de Cunha possui aptidões para disputar uma candidatura ao governo estadual.
Já em relação ao vice de Fernando Collor, o vereador Leonardo Dias é visto como um fiel escudeiro do presidente Jair Bolsonaro, aqui em Maceió. Ele é um grande defensor de pautas conservadoras bem alinhadas à ideologia de Bolsonaro.
Quanto ao vice de Rui Palmeira, Arthur Albuquerque carrega a imagem de seu pai, o deputado estadual Antônio Albuquerque. Arthur terá grande papel na campanha de Rui fora de Maceió. Além disso, ele tem um estilo de ter um discurso mais contundente, diferentemente, de Rui.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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