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Major Diego diz renunciar candidatura se não tiver independência

O candidato ao Senado pelo PSB afirmou ser conservador e de direita

11/08/2022 12h12
Major Diego diz renunciar candidatura se não tiver independência

“Se eu não tiver independência, renuncio”, disse o candidato ao Senado Federal major do Corpo de Bombeiros Diego Ramos, em entrevista à Rede Antena 7, na manhã desta quinta-feira (9). Na oportunidade, ele considerou acertada a decisão do senador Rodrigo Cunha ao trocar o partido PSDB pelo União Brasil. Além disso, colocou-se como conservador e com discurso ideológico alinhado ao do presidente Jair Bolsonaro.

“Uma garantia da minha candidatura é a independência. Se eu não tiver independência, renuncio. Minha independência, não abro mão”, disse major Diego, quando questionado sobre a possibilidade de o PSB chegar a coligar com o MDB, que tem o ex-governador Renan Filho como candidato ao Senado Federal.

Em relação à saída de Rodrigo Cunha do PSDB para se filiar ao União Brasil, o major Diego classificou como uma decisão correta. “Considero acertado, pois o PSDB tinha grupo limitado. Para uma candidatura ao governo do Estado, precisa-se de tempo na tevê. E o União possibilita isso”, disse.

O candidato ao Senado Federal pelo União disse ainda que é defensor da bandeira conservadora, de direita e que segue a ideologia política de Bolsonaro. “A minha candidatura não é ficar em cima do muro. Minha bandeira é conservadora de direita. Minha candidatura é alinhada ao Bolsonaro”, disse.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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