Politicando
Cartilha política da CNBB critica candidato que trata adversário como inimigo
Documento de orientação da igreja ainda não foi lançado pela Arquidiocese de Maceió
A cartilha de orientação política da Confederação Nacional dos Bispos deste ano traz um ensinamento pertinente para o momento eleitoral ao Governo de Alagoas. O documento da CNBB da CNBB critica o candidato que trata adversário como inimigo. Em Maceió, a Arquidiocese da capital alagoana ainda não fez o lançamento oficial do livreto político.
A cartilha da CNBB, que está embasada no pensamento do Papa Francisco quanto à política, expresso na sua mais recente encíclica social: “Fratelli Tutti, – Sobre a fraternidade e a amizade social”, tem 26 páginas. No livreto, o Papa dedica um capítulo inteiro à política, ao qual intitula “A política melhor”. A cartilha
Esta cartilha cairia como uma luva nestas eleições para o Governo de Alagoas que tem um cenário atípico. Isso em razão dos quatro principais candidatos ao Palácio República dos Palmares: o governador Paulo Dantas (MDB), os senadores licenciados Fernando Collor (PTB) e Rodrigo Cunha (União Brasil) e o ex-prefeito Rui Palmeira (PSD). Também é público que entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Alagoas (OAB-AL) e o Movimento de Combate à Corrupção estão de atentas ao pleito. Ainda é evidente, a falta da apresentação da cartilha de orientação política pela Arquidiocese de Maceió.
Embora ainda há tempo para realização de uma solenidade de lançamento da cartilha, uma vez que estamos a um mês do pleito, percebe-se a sensação do distanciamento da igreja com a política, assunto de grande relevância para a sociedade. Além do mais, o livreto faz parte de uma tradição. E tradição é uma palavra que tem muito a ver com a igreja.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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