Politicando
Collor acusa José Wanderley de ter autorizado venda de equipamentos do hospital que funcionaria na Serraria
A acusação foi feita durante entrevista à REDE ANTENA 7, no programa ANTENA MANHÃ, desta terça (13)
O candidato ao Governo de Alagoas Fernando Collor (PDT) acusou o cardiologista José Wanderley, postulante a deputado estadual (MDB), de ter supostamente autorizado a venda dos equipamentos do hospital público que foi construído para atender pacientes do Estado, mas que virou prédio-sede da Justiça Federal, na Serraria. “E o que me dói muito, mas eu tenho que dizer é que, nessa época, quem fez isso, quem autorizou, foi o secretário de Saúde do Estado. E quem era o secretário de Saúde? O doutor Wanderlei. O doutor Wanderlei, nosso querido amigo, uma pessoa boa”, disse Collor em entrevista à REDE ANTENA 7, no programa ANTENA MANHÃ, desta terça-feira (13).
De acordo com Collor, a construção do hospital, que funcionaria no prédio da Justiça Federal, foi uma iniciativa dele quando presidente da República. O pedetista disse que nessa época solicitou ao então ministro da Saúde, o cardiologista Adib Jatene que colocasse em funcionamento o Hospital Universitário e a construção de uma nova unidade hospitalar para substituir o Hospital Geral do Estado (HGE), localizado no Trapiche. O ex-presidente contou ainda que pediu que fossem adquiridos os mais modernos equipamentos médicos do mundo.
“Prédio pronto. Quando, eu saí da presidência, sabe o que aconteceu? Aconteceu que esse prédio pronto para ser o hospital referência de emergência no Estado de Alagoas foi cedido pelo então governador à Justiça Federal, que ainda hoje não sabe o que fazer com um prédio daquele tamanho que está lá. E todos os equipamentos foram vendidos ainda alfandegados para hospitais particulares”, denunciou.
Collor disse que os equipamentos foram todos comprados na Alemanha pelo então ministro Adib Jatene, que foi professor do cardiologista e candidato a deputado estadual José Wanderley.
Confira a entrevista completa de Collor e outros temas no link abaixo:
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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