Politicando
Renan Calheiros reclama de ‘furo’ em acordo com PT no Senado
O senador Renan Calheiros, por meio do Twitter, comentou com seus seguidores sobre uma quebra de acordo entre o MDB e o atual bloco do PT do Senado.
Os acordos no Senado para a formação de blocos partidários já começaram. O objetivo dos Senadores é atuarem de forma conjunta em debates e votações para, assim, obterem força de decisão.
O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, juntou forças ao PSB e ao PSD. Juntos, os três partidos somam 28 senadores e se definiram como “Resistência Democrática”. A sigla de Lula deixou de fora, no entanto, o MDB, que se aproximou do presidente nas eleições de 2022.
Por meio de uma postagem no Twitter, na última sexta-feira, dia 03 de fevereiro, o Senador Renan Calheiros, cacique emedebista e um dos principais articuladores na aproximação com o PT, reclamou da quebra de acordo que excluiu seu partido da formação do bloco. Com isso, o MDB decidiu aderir ao bloco que inclui, além do União Brasil, Podemos, PDT, PSDB e Rede. O bloco soma 31 senadores e se denomina “Democracia”.
Se fosse formado como Renan planejava, PT, PSD, PSB, MDB e União Brasil formariam um bloco com 43 senadores, o que representaria mais de 50% dos 81 senadores.
O PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, atuará sozinho com os 12 senadores eleitos pela sigla. Já o PP e o Republicanos, se uniram e somam o total de 10 senadores.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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