Politicando
Após cogitar Porto Calvo, sobrinho de Gilberto Gonçalves cola no tio para sucessão em Rio Largo
Carlos Gonçalves tem surgido em postagens do prefeito de Rio Largo; há rumores de que ele é o sucessor
Quem não é visto não é lembrando. E para a população do município de Rio Largo não chegar a afirmar por aí que não lembra do sobrinho do prefeito da cidade Gilberto Gonçalves, o secretário de Relações Institucionais, Carlos Gonçalves, basta dar uma olhada no Instagram dos dois. Em várias postagens nas redes sociais, há o registro dos dois sempre junto. Fala-se que Carlos Gonçalves possa ser o sucessor de Gilberto Gonçalves na Prefeitura.
Em uma das postagens, Carlos Gonçalves estão ao lado de Gilberto Gonçalves que anuncia o pagamento antecipado dos salários dos funcionários públicos de Rio Largo. Ao anunciar, ele pergunta: “Num é assim Carlos Gonçalves?”. E o sobrinho responde: “É, sim”. Além disso, o prefeito de Rio Largo já faz um tipo de divulgação da marca do sobrinho como CG, Carlos Gonçalves, do Coração Grande.
PORTO CALVO - Informações dão conta de que Carlos Gonçalves tentou emplacar a candidatura para vaga na Prefeitura Municipal de Porto Calvo, no ano passado. O nome do sobrinho de Gilberto Gonçalves foi apresentado à população, chegou a ser bem aceito, mas seria apenas um “franco atirador”, uma vez que disputaria contra a prefeita Eronita Sposito Leão e Lima, que tentará reeleição, bem como encararia a possível candidatura do ex-gestor das prefeituras de São Luis do Quitunde e Matriz do Camaragibe, Cícero Cavalcante.
Diante dessa realidade, Carlos Gonçalves teria preferido deixar a possibilidade de candidatura em Porto Calvo e haveria tomado a decisão de disputar a prefeitura de Rio Largo, em substituição de seu tio.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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