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Braskem paga R$ 3,7 bilhões a moradores de áreas afundadas

21/07/2023 15h03
Braskem paga R$ 3,7 bilhões a moradores de áreas afundadas

A partir de seu Programa de Compensação Financeira, a Braskem já pagou as indenizações dos moradores e comerciantes dos bairros que sofreram afundamento de solo em Maceió, o que representa mais de R$ 3,7 bilhões. A empresa já negociou com 95% das vítimas desse incidente e pagou a mais de 91% delas.

Há cinco anos que Maceió vive a mais grave tragédia ambiental já registrada no Brasil, com o afundamento de cinco bairros e cerca de 60 mil pessoas que perderam tudo que tinham. Nesta sexta-feira, a Braskem assinou com a Prefeitura da capital um acordo no valor de R$ 1,7 bilhão, para indenizar os estragos causados na infraestrutura da cidade.

Segundo nota da Prefeitura de Maceió, parte desses recursos será para a criação do Fundo de Amparo aos Moradores (FAM), que será administrado por um comitê com representação também dos moradores atingidos pela tragédia.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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