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Kelmann Vieira está insatisfeito com as articulações da CEI da Braskem

O vereador reclamou nas redes sociais que está frustrado com as negociações políticas que vem atrasando o andamento da CEI

02/01/2024 11h11
Kelmann Vieira está insatisfeito com as articulações da CEI da Braskem

O vereador Kelmann Vieira (MDB) não esconde de ninguém sua insatisfação com as articulações acerca da Comissão Especial de Investigação (CEI) da Braskem. Teca Nelma conseguiu apenas sete assinaturas, mas para que a CEI saia do papel, são necessárias no mínimo nove assinaturas.

Kelmann fez um post em suas redes sociais desabafando sobre insatisfações que vem tendo em relação aos bastidores políticos.

O vereador contou que, quando delegado da Polícia Civil, tinha mais facilidade em resolver crimes. Tinha mais liberdade.

“Me sinto impotente, desanimado e frustrado. Na política, essa arte de negociar e barganhar me traz frustração e decepção”, escreveu Kelmann.

O parlamentar questionou se a Braskem vai ficar impune, já que é pouco provável que a CEI consiga as assinaturas necessárias.

“Comete o maior crime ambiental urbano do mundo, frauda documentos para extrair sal-gema, zomba dos moradores, acabam com famílias e ninguém vai preso?”, questionou Kelmann Vieira.

Os vereadores estão em recesso parlamentar e só retornam aos trabalhos em fevereiro, quando Teca Nelma deve dar continuidade à colheita das assinaturas para instalação da CEI.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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