Politicando
Brivaldo Marques deve cumprir acordo e apoiar sua esposa para a Câmara de Maceió
Sogro de Brivaldo teria bancado parte de sua candidatura em 2022 em troca de apoio para sua filha em 2024
O vereador por Maceió Brivaldo Marques (MDB), deve abrir mão da reeleição na Câmara de Maceió para cumprir um acordo feito com seu sogro nas eleições de 2022. Brivaldo deve apoiar a candidatura de sua esposa, Raphaela Tenório, como vereadora, enquanto disputa a Prefeitura de Colônia Leopoldina.
Em 2022, Brivaldo disputou uma vaga na Assembleia Legislativa, mas sem sucesso, conseguindo pouco mais de 14 mil votos. No entanto, em Colônia Leopoldina, Brivaldo foi o terceiro deputado mais votado, fato que animou seus entusiastas e aliados.
As informações colhidas nos bastidores, é de que o pai de Raphaela Tenório teria feito um acordo com Brivaldo: ajudaria com recursos financeiros sua candidatura se em 2024 Brivaldo apoiasse sua filha para a Câmara de Maceió.
Conferindo o ranking de doadores da campanha de Brivaldo a deputado estadual em 2022, é possível constatar que o nome de Raphaela Tenório aparece como a segunda maior doadora da campanha, doando cerca de R$40 mil, o que equivale a 38% das doações.
Brivaldo é uma liderança forte na parte alta de Maceió. Apoiar sua esposa na eleição que está por vir, significa que Raphaela Tenório vai dar largada nas eleições com uma base já pronta.
A falta de um nome forte que possa disputar com Brivaldo em Colônia Leopoldina pode deixar o vereador animado em arriscar uma vaga no Executivo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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