Politicando
Kelmann segue sendo voz solitária e cobra por responsabilização da Braskem
O vereador reclamou que investigações no Senado e na Câmara de Maceió estão travadas
O vereador Kelmann Vieira (MDB) segue sendo voz solitária quando o assunto é a responsabilização pelos crimes da Braskem. Kelmann continua cobrando que pessoas ligadas à mineradora sejam presas e que a investigação na Câmara de Maceió saia do papel.
O vereador usou suas redes sociais para criticar a postura de senadores que tentam esvaziar a CPI da Braskem proposta pelo senador Renan Calheiros.
Kelmann aproveitou a oportunidade para lembrar que a Câmara de Maceió, que conta 25 vereadores, conseguiu apenas 7 assinaturas para o requerimento que cria uma Comissão Especial de Investigação, com a finalidade de fiscalizar a atuação da Braskem.
“Não tenho dúvidas que, em qualquer país mais severo com suas leis penais, esses criminosos pegariam prisão perpétua por tantos crimes cometidos”, diz um trecho do texto publicado.
O vereador mostrou contentamento com a notícia de que a CGU e a Polícia Federal irão investigar para chegarem logo aos criminosos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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