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Oposição começa a se movimentar e se reúne para discutir frente contra Renato Filho

Thais Canuto deve ser a candidata escolhida para disputar contra a tia de Renato Filho

10/01/2024 15h03
Oposição começa a se movimentar e se reúne para discutir frente contra Renato Filho

Em Pilar, as discussões sobre as eleições de 2024 já estão mais que adiantadas. O grupo de oposição esteve reunido para debater as articulações sobre o pleito municipal. O encontro acontece em um momento de troca de farpas entre a família do atual prefeito.

A reunião da oposição aconteceu no último sábado e contou com a presença de vereadores da cidade, a exemplo de Thais Canuto, lideranças políticas locais, o candidato a vice-prefeito de Pilar em 2016, Léo Lopes, e o presidente da Algás, Ediberto Omena.

Thais Canuto é vereadora do Pilar pelo MDB e não esconde seu interesse em assumir a cadeira do Executivo Municipal. Em outra ocasião, a vereadora chegou a citar que sua candidatura à Prefeitura de Pilar tem sido articulada pelo deputado estadual Alexandre Ayres, também do MDB.

No final de 2023, uma pesquisa realizada pela Ibrape mostrou que Thais Canuto obteve 26% de intenções de votos, enquanto Fátima Rezende apresentou um percentual de 51%.

Fátima Rezende foi a escolhida como sucessora de Renato Filho, que já vem fazendo a divulgação de sua tia junto a seu eleitorado.

Vale ressaltar que a eleição de 2024 tem tomado contornos familiares em Pilar. O tio de Renato Filho, Carlos Alberto Canuto, tem trazido a discussão política da cidade para um nível pessoal, acusando o atual mandatário de ser dependente de drogas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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