Politicando
Racha interno: Charles Hebert deixa FAF após parceria entre JHC e Felipe Feijó
Hebert é secretário especial de Esporte do governo Paulo Dantas
O secretário especial de Esporte de Alagoas, Charles Hebert, anunciou nesta quinta-feira (11), seu rompimento com a Federação Alagoana de Futebol após 23 anos. O motivo: parceria da federação com o oposicionista político, JHC.
Hebert, apesar de não ser o chefe da Selaj, é bastante influente dentro da pasta, agindo como o próprio secretário. O rompimento com Feijó veio diante do acordo em que JHC irá patrocinar o campeonato alagoano.
Charles Hebert era secretário-geral da FAF e não apoiou a parceria entre o Executivo maceioense e a federação.
“Minha eterna gratidão pelos 23 anos na casa do futebol de Alagoas. Seguirei trabalhando pelo Esporte e pela Juventude do nosso estado”, escreveu Charles Hebert.
Charles mantém seu posicionamento político mais aliado ao governador Paulo Dantas e já confirmou que vai disputar uma vaga na Câmara de Maceió pelo PCdoB.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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