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Após ‘retirada’ de Ronaldo Medeiros, PT estuda dois nomes para a prefeitura da capital

Decisão final está a cargo da executiva municipal da sigla

19/01/2024 17h05 - Atualizado em 19/01/2024 17h05
Após ‘retirada’ de Ronaldo Medeiros, PT estuda dois nomes para a prefeitura da capital

Após a retirada do deputado Ronaldo Medeiros da pré-candidatura do partido à prefeitura de Maceió, a legenda já articula um novo nome, que possa manter a posição inicial de ter um candidato independente ao executivo da capital.

Nos bastidores, a corrente majoritária do PT articula dois nomes: um velho conhecido do eleitorado, e outra novata, porém com a confiança dos dirigentes petistas. Trata-se do ex-deputado Judson Cabral e da atual presidente do Sindicato dos Urbanitários, Dafne Orion.

O nome de Dafne, mulher e jovem liderança sindical, agrada ao projeto do PT de renovação eleitoral da legenda. Consultado sobre o assunto, o Palácio Zumbi dos Palmares também gostou do nome da sindicalista, por se tratar de uma mulher - dentro da proposta de equidade de gênero de Paulo Dantas.

Judson, nome conhecido e que já externou em momentos anteriores que gostaria de ser o ‘cabeça de chapa’ em Maceió, não tem o favoritismo neste caso; corre contra ele o fato de que sua saída da chapa proporcional da federação pode prejudicar os demais petistas que concorrem à vereança.

A palavra final, neste caso, é da executiva municipal de Maceió da legenda, presidida pelo jornalista Marcelo Nascimento. Em entrevistas anteriores, ele já havia se posicionado no sentido de que o PT não abriria mão de ter candidatura própria.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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