Politicando
Presidente do Solidariedade diz que cota de gênero nos partidos é um ‘equívoco’
Adeilson Bezerra se diz contra a “imposição de um número mínimo de mulheres na composição da chapa”
O presidente do Solidariedade, Adeilson Bezerra, declarou em suas redes sociais, sua contrariedade em relação à cota de gênero nos partidos. O político acredita que o alto número de processos envolvendo fraudes à cota de gênero, revela que o processo eleitoral vigente está equivocado.
De acordo com o presidente do Solidariedade, a política precisa de mais mulheres, mas a enxurrada de processos é um exemplo de que o número mínimo de mulheres na composição das chapas é um equívoco.
“Um candidato homem pode participar de uma eleição e sequer receber nenhum voto e não é processado nem pelos adversários, nem pelo Ministério Público. Ele não será considerado um candidato laranja. Mas ao contrário, se isso envolver uma mulher, o partido sofrerá sanções e responderá no Tribunal Eleitoral”, diz um trecho de sua declaração.
Adeilson diz que as mulheres precisam entrar na política pela “porta da frente e não por preencher uma cota”. O presidente do Solidariedade aponta que, caso a cota de gênero continue, o número de processos condenando partidos por fraude à cota será enorme.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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