Politicando
Aproximação entre Lira e Haddad mira sucessão de Lula no Planalto
Arthur Lira acredita que Haddad deva ser o nome escolhido pelo PT para disputar à presidência em 2026
A boa relação que vem sendo cultivada entre o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), vem de uma avaliação pragmática. Essa é a avaliação de fontes ligadas a Lira.
O deputado alagoano enxerga Haddad como o sucessor do presidente Lula, que tem chances de não disputar a reeleição em 2026 em razão da idade avançada.
O presidente da Câmara vem mantendo uma relação amistosa com Haddad visando um futuro cenário nacional com a possível candidatura de Haddad.
A avaliação de Arthur Lira não é por acaso. Em 2018, quando Lula não pôde disputar as eleições, Haddad foi o nome escolhido pelo Partido dos Trabalhadores para disputar à Presidência da República.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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