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Caio Bebeto diz que há poucos representantes da Direita em Maceió

O filho do deputado estadual Cabo Bebeto é um dos possíveis nomes que deve tentar uma vaga na Câmara através do “Chapão do PL”

08/02/2024 14h02 - Atualizado em 08/02/2024 14h02
Caio Bebeto diz que há poucos representantes da Direita em Maceió

Caio Bebeto, filho do deputado estadual, Cabo Bebeto (PL), publicou acredita que tenha poucos representantes da Direita em Maceió, visto que a cidade já demonstrou que tem um perfil diferente das demais capitais do Nordeste.

Caio Bebeto é chefe da Secretaria Extraordinária da Juventude e Lazer da capital alagoana. Caio também pode ser um dos integrantes do “Chapão do PL”.

Bebeto compartilhou em seu perfil no Instagram sua insatisfação com o número de representantes da direita em Maceió, já que nas últimas eleições a capital alagoana tem deixado cada vez mais claro seu perfil Direitista.

“Não é certo a gente ter só dois vereadores do PL alí na Câmara, quando temos um prefeito do PL e tem uma cidade que é de Direita”, disse Caio Bebeto.

O secretário aproveitou a oportunidade para pedir a união de políticos de Direita. “O defeito da Direita é o egocentrismo. A Esquerda não, eles estão ali juntos para o que for. Eles estavam com o presidente preso, mas estavam todos de mãos dadas”.

Caio Bebeto disse que a Direita precisa se alinhar, unir forças e conseguir prefeituras no interior do estado, além de aumentar o número de vereadores.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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