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MDB Maceió enxerga como natural a migração de vereadores para a base de JHC

O presidente da legenda na capital alagoana disse que a migração é uma estratégia de sobrevivência política

09/02/2024 15h03 - Atualizado em 09/02/2024 16h04
MDB Maceió enxerga como natural a migração de vereadores para a base de JHC

O deputado federal Rafael Brito, que preside o MDB em Maceió, conversou com o portal 7Segundos sobre a ida de vereadores para a base do prefeito JHC (PL). Rafael Brito normalizou o movimento desses vereadores alegando sobrevivência política.

“É natural, no Brasil, que a ampla maioria do Legislativo municipal esteja na base do prefeito que esteja na cadeira, porque é uma necessidade do mandato deles, de sobrevivência política”, disse Rafael Brito.

Apesar de reconhecer que a movimentação dos vereadores seja natural, Rafael Brito acredita que muitos que vão apoiar JHC nesta eleição reconheçam que ele não seja a melhor opção.

“Acho que vários deles [vereadores] que vão votar no JHC, infelizmente, têm a consciência de que JHC não é o melhor para Maceió”, apontou.

Na avaliação de Rafael Brito, falta grandeza política por parte desses vereadores que “colocam seus propósitos à frente das necessidades da população”.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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