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Marcelo Victor rebate críticas sobre 'frieza' da ALE e cita cenário nacional como mal exemplo

A relação entre o Legislativo e o Executivo tem recebido críticas por não haver oposição

16/02/2024 14h02
Marcelo Victor rebate críticas sobre 'frieza' da ALE e cita cenário nacional como mal exemplo

Quem acompanha as sessões na Assembleia Legislativas de Alagoas (ALE) já se acostumou, infelizmente, com a falta de debate na Casa. São poucos os que sobem no plenário para falar algo. Com críticas vindo por parte da imprensa, o presidente da ALE aproveitou a volta dos trabalhos para rebater as críticas.

Marcelo Victor, que preside a Casa de Tavares Bastos, ao final da mensagem lida pelo governador Paulo Dantas, comentou que todos os avanços mostrados pelo governo só foram possíveis, em parte, graças à relação harmoniosa que existe entre os parlamentares e o chefe do Executivo.

Na oportunidade, Marcelo Victor fez um comparativo entre o parlamento alagoano e o Congresso Nacional, que vem enfrentando turbulências devido a polarização e o jogo de interesses estabelecido pelo presidente da Câmara Arthur Lira.

Para o presidente da ALE é muito mais benéfico para a população quando não se tem uma oposição firme ao governo, como acontece hoje no parlamento alagoano.

A fala de Victor pode ser vista ainda como uma crítica direta ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

O alagoano tem usado seu posto em Brasília para barganhar cargos e pressionar o Governo Federal a realizar suas vontades.

Talvez o caminho mais sensato seja um meio termo.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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