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Saiba quais são os políticos alagoanos que vão comparecer ao ato organizado por Bolsonaro na Paulista

O ex-presidente é acusado de arquitetar um golpe de Estado e pretende reunir sua base como demonstração de força

19/02/2024 14h02 - Atualizado em 19/02/2024 14h02
Saiba quais são os políticos alagoanos que vão comparecer ao ato organizado por Bolsonaro na Paulista

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está organizando um ato político que demonstre sua força perante à sociedade. O evento será no dia 25 deste mês na Avenida Paulista. Uma lista com os nomes de políticos que devem participar do ato tem circulado nas redes sociais.

Na lista que circula em grupos do PL, divulgada pelo portal Poder360, há três deputados alagoanos:

- Deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil);
- Deputado federal Delegado Fábio Costa (PP);
- Deputado estadual Cabo Bebeto (PL).

O vereador Leonardo Dias (PL), fiel apoiador do ex-mandatário, comentou na publicação em que o deputado Fábio Costa confirma sua ida ao ato organizado por Bolsonaro uma justificativa para não comparecer ao evento.

“Me represente! Infelizmente não poderei estar presente, mas irei à Brasília na última semana de fevereiro”, escreveu Leonardo Dias.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), não falou sobre o ato. Analistas avaliam que ele não deve comparecer ao evento em razaão do cargo que exerce no Congresso.

O evento acontecerá no dia 25 de fevereiro na Avenida Paulista. O ex-presidente pediu para que nenhum outro ato aconteça e ainda indicou que os manifestantes não levem nenhum cartaz.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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