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Cícero Almeida alerta sobre possível exploração da Braskem na região da Chã da Jaqueira

O ex-prefeito da capital concedeu entrevista ao programa Na Mira da Notícia nesta quarta-feira (28)

29/02/2024 15h03 - Atualizado em 29/02/2024 17h05
Cícero Almeida alerta sobre possível exploração da Braskem na região da Chã da Jaqueira

O ex-prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PDT), disse que a região de Chã da Jaqueira possui a maior mina que pode ser explorada futuramente pela Braskem. De acordo com Cícero, a Braskem está proibida apenas de explorar a região afetada pelo afundamento do solo.

“A principal área a ser explorada ainda não foi tocada pela Braskem”, disse Cícero Almeida em entrevista ao Na Mira da Notícia da rádio 96 FM.

O ex-prefeito disse que recebeu dois representantes da Braskem, quando prefeito, propondo a construção de um binário atrás da igreja de Bebedouro que chegasse na Chã da Jaqueira, para que a mineradora explorasse aquela área.

“A principal mina de milhões, ou até bilhões, está ali naquela área. Não imaginem que isso não vai acontecer”, disse.

O ex-prefeito, que está como pré-candidato a vereador de Maceió, teme que com uma futura exploração na região, surjam outras vítimas como as afetadas pela ação predatória da Braskem.

Atualmente, há um projeto de lei tramitando na Assembleia Legislativa de Alagoas, de autoria do deputado Leonam Pinheiro (União Brasil), que proíbe a exploração de sal-gema em Alagoas.

Moradores da Chã de Jaqueira já denunciaram à imprensa local rachaduras nas residências que associaram à exploração da Braskem.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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