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Renan Filho defende reeleição de Lula em 2026 com um vice do MDB - que poderia ser ele mesmo

Ministro dos Transportes concedeu entrevista a um portal de imprensa nacional

06/03/2024 12h12 - Atualizado em 06/03/2024 17h05
Renan Filho defende reeleição de Lula em 2026 com um vice do MDB - que poderia ser ele mesmo

Sempre afeito a entrevistas em veículos de imprensa nacionais, o ministro dos transportes do governo Lula, Renan Filho, defendeu que em 2026 o atual presidente seja candidato à reeleição - porém, defende que o petista tenha um novo vice, ao invés do atual, Geraldo Alckmin.

À coluna do jornalista Guilherme Amado, do portal Metrópoles, Renan afirmou que o MDB pretende pleitear a vaga de vice de Lula, em uma eventual decisão do presidente em ir para a reeleição.

“Acho que o Geraldo Alckmin é sempre um excelente nome. Mas acredito que essa discussão de vice acontecerá após a discussão das Mesas do Congresso. O MDB é um partido muito relevante, temos governos estaduais, o maior número de prefeituras do Brasil. Inegavelmente, o MDB estará entre os partidos que podem apresentar nomes, porque tem quadros experimentados, é tradicional, já esteve com o presidente Lula”, afirmou.

Indiretamente, quando fala em MDB, Renan inclui a si próprio no rol dos ‘vice-presidenciáveis’ de Lula. Além dele, a ministra do planejamento Simone Tebet, e o atual governador do Pará, Helder Barbalho, também disputam internamente a função.

Um inteligente analista político, consultado pelo Blog Politicando, criticou o ministro pelo açodamento da discussão - que segundo ele, só deveria começar quando as eleições de 2026 estivessem mais próximas.

Outro analista, com trânsito em Brasília, afirmou que em caso de êxito na estratégia do MDB em indicar o vice, ainda assim Renan teria dificuldades em escalar-se para a função, já que Simone Tebet (por ser mulher) e Helder Barbalho (por liderar a conferência do clima da ONU em 2025) seriam nomes mais fortes.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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