Politicando
Ex-comunista e ex-ministro de Lula, alagoano pode assumir vaga de vice na chapa do atual prefeito de São Paulo
Aldo Rebelo conversou com o governador Tarcísio de Freitas (Rep) sobre o tema
Após assumir a secretaria de relações internacionais da maior cidade do país, o ex-comunista e alagoano de Viçosa Aldo Rebelo parece mesmo disposto a alçar voos maiores em seu novo ninho, com seus novos aliados de direita.
Rebelo começa a ser cotado, entre o grupo do atual prefeito Ricardo Nunes (MDB), como um dos nomes que pleiteiam a vaga de vice-prefeito de Nunes. Vale lembrar: o atual gestor de São Paulo não tem vice, pois ele ocupava este posto de Bruno Covas (PSDB), que morreu em 2021.
Ao menos este era o burburinho em Fortaleza, na última segunda-feira (04), quando Aldo esteve na cidade para uma palestra a convite da médica Mayra Pinheiro, que ficou conhecida na pandemia como a “Capitã Cloroquina”.
Mayra e vários outros bolsonaristas presentes ao evento defenderam o nome de Rebelo para a vice de Ricardo Nunes.
A especulação em torno do nome do ex-comunista para o posto não surgiu por acaso: Segundo o portal Metrópoles, Aldo esteve em 26 de fevereiro reunido com o governador Tarcísio de Freitas, e a sucessão na prefeitura de São Paulo foi a pauta. Tarcísio disputa com o ex-presidente Bolsonaro a condição de indicar o vice do atual prefeito.
Para conseguir ser vice de Ricardo Nunes, Rebelo terá que se filiar a outro partido até o dia 05 de abril. Atualmente, o ex-comunista está ligado ao PDT, embora sua filiação esteja suspensa - a legenda faz oposição à gestão de Nunes.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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