Politicando
Rafael Brito não está nada contente com a escolha de Nikolas Ferreira para a Comissão de Educação
Rafael Brito preside a Frente Parlamentar da Educação na Câmara dos Deputados
O deputado federal Rafael Brito (MDB), expôs seu descontentamento com a escolha do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) para a presidência da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Brito aponta que, o fato do deputado mineiro nunca ter apresentado projeto acerca do tema, não o capacita para o cargo.
“Lamento profundamente o destino da Comissão de Educação em 2024. É maléfico para todo o Brasil que a mesquinheza da política possa interferir em algo tão importante”, disse Brito, que preside a Frente Parlamentar da Educação no Congresso Nacional.
Nikolas Ferreira não apresentou nenhum Projeto de Lei, durante sua passagem no Congresso, que englobe o tema Educação. Esse é um dos motivos para que o deputado emedebista considere que Nikolas não está habilitado para conduzir os trabalhos da comissão.
“Nikolas não tem atuação na área e nenhuma profundidade no tema para conduzir os trabalhos. Contem com a nossa bancada para seguir lutando firme por educação de qualidade para todos”, apontou.
O deputado Nikolas Ferreira foi eleito na última quarta-feira (6) presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Ele recebeu 22 votos de um total de 37 – houve 15 votos em branco. Os ocupantes dos demais cargos (1ª, 2ª e 3ª vice-presidências) serão definidos nesta semana.
A escolha por Nikolas surpreendeu líderes de partidos da base do presidente Lula (PT). Houve uma “reunião de emergência” depois da indicação do PL. O partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não abriu mão da decisão. Ficou acordado, no entanto, que a federação PT-PCdoB-PV indicará o 1ª vice-presidente – ainda indefinido.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Idosa impressiona com tacada final em jogo de sinuca
Vazamento de dados do Pix expôs mais de 10,2 milhões de telefones desde 2021
Pastor João Luiz recua e decide permanecer na Câmara de Maceió
Flávio diz não ter definição sobre vice e nega seleção de nomes para ministérios
Locomotiva deve chegar nos próximos meses para iniciar testes do VLT em Arapiraca
