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Rafael Brito não está nada contente com a escolha de Nikolas Ferreira para a Comissão de Educação

Rafael Brito preside a Frente Parlamentar da Educação na Câmara dos Deputados

11/03/2024 10h10
Rafael Brito não está nada contente com a escolha de Nikolas Ferreira para a Comissão de Educação

O deputado federal Rafael Brito (MDB), expôs seu descontentamento com a escolha do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) para a presidência da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Brito aponta que, o fato do deputado mineiro nunca ter apresentado projeto acerca do tema, não o capacita para o cargo.

“Lamento profundamente o destino da Comissão de Educação em 2024. É maléfico para todo o Brasil que a mesquinheza da política possa interferir em algo tão importante”, disse Brito, que preside a Frente Parlamentar da Educação no Congresso Nacional.

Nikolas Ferreira não apresentou nenhum Projeto de Lei, durante sua passagem no Congresso, que englobe o tema Educação. Esse é um dos motivos para que o deputado emedebista considere que Nikolas não está habilitado para conduzir os trabalhos da comissão.

“Nikolas não tem atuação na área e nenhuma profundidade no tema para conduzir os trabalhos. Contem com a nossa bancada para seguir lutando firme por educação de qualidade para todos”, apontou.

O deputado Nikolas Ferreira foi eleito na última quarta-feira (6) presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Ele recebeu 22 votos de um total de 37 – houve 15 votos em branco. Os ocupantes dos demais cargos (1ª, 2ª e 3ª vice-presidências) serão definidos nesta semana.

A escolha por Nikolas surpreendeu líderes de partidos da base do presidente Lula (PT). Houve uma “reunião de emergência” depois da indicação do PL. O partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não abriu mão da decisão. Ficou acordado, no entanto, que a federação PT-PCdoB-PV indicará o 1ª vice-presidente – ainda indefinido.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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