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Ministério Público e Tribunal de Contas pedem R$10 milhões de suplemento orçamentário

Assembleia Legislativa de Alagoas segue analisando o pedido

12/04/2024 12h12 - Atualizado em 12/04/2024 18h06
Ministério Público e Tribunal de Contas pedem R$10 milhões de suplemento orçamentário

Tramita na Assembleia Legislativa de Alagoas uma Mensagem Governamental que pede um suplemento orçamentário para o Ministério Público Estadual (MPE) e para o Tribunal de Contas Estadual (TCE). O texto foi aprovado pela Comissão de Orçamento e Finanças da Casa de Tavares Bastos.

No texto enviado ao Parlamento, o Ministério Público de Alagoas pede um complemento orçamentário no valor de R$10 milhões. Já o Tribunal de Contas Estadual, pede um suplemento de R$15 milhões, sendo R$10 milhões para gestão de pessoas e R$5 milhões para gastos com tecnologia.

Ambos justificam o pedido de verbas extras dizendo que o acréscimo tem como finalidade o interesse público. O MPE, diz que valor adicional teria como objetivo o custeio de despesas com a equipe. O TCE, por sua vez, alega que o adicional seria para gestão de pessoas e gastos com tecnologia da informação.

Os dois pedidos foram aprovados pela Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia Legislativa e teve como relator o deputado estadual, Breno Albuquerque (MDB).

De acordo com o Portal de Transparência da Assembleia Legislativa, o Orçamento 2024 que foi aprovado para o Ministério Público foi de R$219,4 milhões. O valor aprovado para o TCE foi de R$133,2 milhões.

Os recursos do crédito complementar serão decorrentes da anulação de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais aprovados em lei.

O texto segue tramitando nas comissões da Casa de Tavares Bastos e logo será apreciado pelo Plenário da Assembleia.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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