Politicando
Ministério Público e Tribunal de Contas pedem R$10 milhões de suplemento orçamentário
Assembleia Legislativa de Alagoas segue analisando o pedido
Tramita na Assembleia Legislativa de Alagoas uma Mensagem Governamental que pede um suplemento orçamentário para o Ministério Público Estadual (MPE) e para o Tribunal de Contas Estadual (TCE). O texto foi aprovado pela Comissão de Orçamento e Finanças da Casa de Tavares Bastos.
No texto enviado ao Parlamento, o Ministério Público de Alagoas pede um complemento orçamentário no valor de R$10 milhões. Já o Tribunal de Contas Estadual, pede um suplemento de R$15 milhões, sendo R$10 milhões para gestão de pessoas e R$5 milhões para gastos com tecnologia.
Ambos justificam o pedido de verbas extras dizendo que o acréscimo tem como finalidade o interesse público. O MPE, diz que valor adicional teria como objetivo o custeio de despesas com a equipe. O TCE, por sua vez, alega que o adicional seria para gestão de pessoas e gastos com tecnologia da informação.
Os dois pedidos foram aprovados pela Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia Legislativa e teve como relator o deputado estadual, Breno Albuquerque (MDB).
De acordo com o Portal de Transparência da Assembleia Legislativa, o Orçamento 2024 que foi aprovado para o Ministério Público foi de R$219,4 milhões. O valor aprovado para o TCE foi de R$133,2 milhões.
Os recursos do crédito complementar serão decorrentes da anulação de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais aprovados em lei.
O texto segue tramitando nas comissões da Casa de Tavares Bastos e logo será apreciado pelo Plenário da Assembleia.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Operações da PM apreendem armas, drogas e recuperam moto roubada em bairros de Maceió
Augusto Cury anuncia pré-candidatura à Presidência pelo Avante
Jovem é encontrado morto com marcas de tiros em Porto Real do Colégio
Incêndio atinge peixaria no conjunto Eustáquio Gomes, em Maceió
Família procura gato surdo desaparecido no bairro Nilo Coelho, em Arapiraca
