Politicando
Saída de César Lira da superintendência do Incra tem mais de uma versão
Primo de Arthur Lira foi exonerado do cargo oficialmente nesta terça (16)

A exoneração de César Lira da superintendência do Incra em Alagoas, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16), ainda é um mistério político que precisa ser investigado.
A versão inicial, de que seria uma retaliação de Lula pelo recente clima beligerante criado pelo presidente da câmara contra o ministro Alexandre Padilha, parece um tanto quanto inocente - considerando que um órgão como o Incra é ‘pouca coisa’ para ser recebido por Lira como um aviso.
A versão que circula nos bastidores é menos espetaculosa - a informação é a de que César saiu do Incra para substituir outro aliado em uma importante autarquia federal que perderá em breve seu superintendente.
A Codevasf, principal executora das emendas parlamentares de Lira por toda Alagoas, perderá em breve Joãozinho Pereira, que vai para a disputa municipal em Junqueiro. Com isso, o deputado está preparando César para a função, que exige forte alinhamento.
Há ainda a versão, que tem menos força, de que a saída de César se deu para que ele possa disputar as eleições deste ano - o que só pode acontecer, pelo prazo da janela eleitoral, em caso de candidatura a cargo executivo. César Lira chegou a ‘namorar’ uma candidatura em Maragogi, mas Fernando Sérgio Lira já escolheu sucessor.
Do lado dos movimentos sociais de luta pela terra, a saída de Lira, que era visto como uma pessoa ‘estranha’ à causa, foi bastante comemorada.
Sobre o blog
O objetivo do blog é analisar a conjuntura política na capital e no interior de Alagoas.
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