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Renan Calheiros e Fernando Farias votam contra PEC que criminaliza o porte de drogas

Confira como votou cada senador alagoano na PEC das Drogas

17/04/2024 16h04 - Atualizado em 17/04/2024 17h05
Renan Calheiros e Fernando Farias votam contra PEC que criminaliza o porte de drogas

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (16), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criminaliza qualquer quantidade de porte e posse de drogas ilícitas. A proposta foi aprovada por 53 votos favoráveis, e apenas nove votos contrários.

Dois terços da bancada alagoana no Senado Federal, representada por Fernando Farias (MDB), Renan Calheiros (MDB) e Rodrigo Cunha (Podemos), votaram contra a criminalização do porte de drogas.

Confira como votou cada senador alagoano:

1º turno


Fernando Farias (MDB): Não
Renan Calheiros (MDB): Não
Rodrigo Cunha (Podemos): Sim

2º turno


Fernando Farias (MDB): Não
Renan Calheiros (MDB): Não
Rodrigo Cunha (Podemos): Sim

Após aprovação no Senado, o texto segue agora para apreciação na Câmara dos Deputados. Para que a mudança seja incluída na Constituição, a proposta deve ser aprovada nas duas casas do Congresso Nacional.

A PEC foi apresentada pelo presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD), após repercussão do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto de 2023, de uma ação sobre posse de consumo de drogas para consumo próprio.

Caso a PEC seja aprovada, o porte e a posse de drogas ilícitas, independente da quantidade, será considerado crime. De acordo com a proposta, deve ser observada a distinção entre usuário e traficante pelas circunstâncias do fato concreto, aplicando aos usuários penas alternativas à prisão.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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