Politicando
Renan Calheiros comemora crescimento do MDB mesmo perdendo metade da bancada em Maceió
Após a janela partidária, o número de vereadores do MDB em Maceió caiu de oito para quatro
O presidente estadual do MDB, senador Renan Calheiros, comemorou o crescimento no número de vereadores do partido nas capitais brasileiras “à exemplo de Alagoas”, mesmo Maceió tendo perdido metade da bancada emedebista na Casa de Mário Guimarães.
Renan Calheiros disse, por meio de suas redes sociais, que o MDB mantém sua força e capilaridade na base. “À exemplo de Alagoas, o MDB foi o partido que mais cresceu nas câmaras das capitais”, escreveu.
Com o encerramento da janela partidária, o MDB, que detinha a maior bancada na Câmara Municipal de Maceió, viu seus representantes migrarem para a base do prefeito JHC. Dos oito vereadores que estavam no partido antes da janela, apenas um, Fernando Hollanda, permaneceu. Com a articulação da cúpula palaciana, mais três nomes se uniram ao time Calheiros.
Hoje, a bancada do MDB na Casa de Mário Guimarães é composta por: Fernando Hollanda, Zé Márcio, Kelmann Vieira e Joãozinho.
Das 102 prefeituras municipais alagoanas, 70 estão sob o comando do MDB. O presidente estadual da sigla reafirmou que o partido terá candidatos a prefeito em todas as cidades.
A força do MDB em Alagoas é inegável, mas Maceió tem ido na contramão. O crescimento do grupo do prefeito JHC deixa isso cada vez mais claro.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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