Politicando
‘Nunca disse que seria candidato a prefeito’, diz Nenel após GG Filho ser escolhido como nome da oposição em Messias
Nenel Lins estava sendo cogitado como possível pré-candidato a prefeito com o apoio de GG
O popular vereador da cidade de Messias, Nenel Lins (Avante), não vai disputar a Prefeitura Municipal nestas eleições. Apesar dos rumores de uma suposta pré-candidatura a prefeito, GG Filho foi escolhido como o nome da oposição que vai enfrentar o atual gestor Marcos Silva (Republicanos).
Nenel revelou ao Blog Politicando que está feliz em ser o puxador de votos da chapa proporcional do Avante, e afirmou que “nunca disse que seria candidato a prefeito”.
Desde a confirmação de que GG Filho será o pré-candidato a prefeito do grupo, especulou-se que Nenel estaria insatisfeito com a decisão vinda do prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (PP).
Nenel, que sempre viraliza nas redes sociais com sua forma inusitada de cobrar o gestor de Messias, disse que seu foco é ser o vereador mais votado da história de Messias.
Para o vereador, os burburinhos nos bastidores sobre sua possível pré-candidatura a prefeito teriam partido da própria população que o enxerga como um vereador popular.
Nesta quinta-feira (02) o prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, anunciou seu filho como pré-candidato a prefeito de Messias.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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