Politicando
‘Mineiramente’, PSB deve fazer até quatro vereadores em Maceió
Legenda conseguiu montar grupo pouco assediado por demais partidos e com votos
Comendo pelas beiradas ao estilo ‘mineirinho’, o PSB pode ser a grande surpresa governista nas eleições proporcionais em Maceió. Atualmente sem nenhum vereador na Casa de Mário Guimarães, a legenda pode dar um salto a partir da próxima legislatura.
Sem fazer muito barulho (na verdade não fez nenhum), os socialistas montaram uma chapa que, segundo os analistas da política, pode levar três ou até mesmo quatro representantes à Câmara de Maceió.
No grupo bastante diversificado, existem suplentes da atual legislatura, ex-vereadores, ex-deputados e nomes com potencial de angariar muitos votos, o que aumenta a expectativa de uma boa bancada por parte dos dirigentes.
Entre os favoritos nas urnas, constam o professor Gustavo Pessoa (presidente municipal da legenda e ex-Solidariedade); o irmão da atual vereadora Gaby Ronalsa, Milton Ronalsa; o irmão do ex-deputado Davi Maia, Marcelo Maia; e o ex-vereador Pastor Marcelo Gouveia.
Além deles, podendo surpreender, o partido ainda contará com os suplentes Rodolfo Barros e Fábio Rogério; com a ex-deputada Thaise Guedes; e com Thales Diniz, ex-vereador e presidente da Câmara de Rio Largo e liderança da região do Tabuleiro.
O maior cabo eleitoral da legenda, por óbvio, é o ‘donatário’ do partido em Alagoas, o governador Paulo Dantas. E dele se espera o apoio decisivo para o sucesso do projeto socialista.
Se obtiver êxito na estratégia, o partido voltará a contar com grande bancada no parlamento-mirim maceioense, algo que não acontece desde os tempos áureos de Ronaldo Lessa e Kátia Born na prefeitura, nos anos 90.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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