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PT não quer indicar vice de Brito mas Silvio Camelo já avisou que Federação não abre mão da indicação

Nesta terça-feira sai a confirmação sobre o veto à candidatura de Ricardo Barbosa

15/07/2024 07h07 - Atualizado em 15/07/2024 09h09
PT não quer indicar vice de Brito mas Silvio Camelo já avisou que Federação não abre mão da indicação

O imbróglio que se instalou dentro do PT com o possível veto à candidatura de Ricardo Barbosa, que deve se confirmar nesta terça-feira (16), segue com um novo capítulo. Se a chapa majoritária petista não receber o aval do diretório nacional, as lideranças definiram que não indicará o vice do Rafael Brito. A questão é que a Federação pretende manter a união com o MDB.

O líder do PV, deputado estadual Silvio Camelo, já deixou avisado que a Federação Brasil da Esperança - composta por PT, PV e PCdoB - não vai abrir mão de indicar o vice-prefeito na chapa de Rafael Brito (MDB).

O posicionamento de Silvio Camelo já era aguardado diante de sua aproximação com o governo Paulo Dantas. Camelo, vale lembrar, é líder do governo na Assembleia Legislativa.

Além de Silvio, outro nome da Federação que pode ajudar a fechar de vez essa parceria entre a Federação e o MDB, é o pré-candidato a vereador Charles Hebert (PCdoB), que já apareceu recentemente em uma reunião com Rafael Brito, que fez questão de declarar seu apoio ao ex-árbitro.

A indicação de um outro nome da Federação, na prática, terá a mesma finalidade que o PT teria se apoiasse a chapa: tempo de TV e rádio, além do apoio do presidente Lula.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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