Politicando
Em reunião tensa, Solidariedade exclui PTK da chapa proporcional do partido
Influencer vinha se destacando como um dos principais nomes da chapa da legenda
Em uma reunião tensa, realizada nesta quinta-feira (25) na sede do Solidariedade, o partido tomou a decisão de não conceder a legenda para a candidatura do influencer e empresário Patrick Almeida, também conhecido como PTK.
A decisão da legenda foi tomada em meio a um clima de tensão envolvendo o pré-candidato, que esteve presente acompanhado de seus advogados, mas mesmo assim não conseguiu garantir lugar na chapa.
Segundo informações, PTK perdeu uma votação interna realizada entre os candidatos, e foi preterido pelos seus próprios companheiros de partido. Haviam 50 pré-candidaturas, mas apenas 28 vagas.
Nos bastidores, a informação é de que PTK obteve um crescimento inesperado após o anúncio de sua pré-candidatura, o que já começava a mudar as contas iniciais da legenda sobre o número e os possíveis eleitos nas urnas em outubro.
Trocando em miúdos: o crescimento de PTK começava a ‘incomodar’ os principais nomes da legenda, que temerosos em perder a possibilidade de vitória teriam articulado pelo veto ao influencer.
Em maio deste ano, Patrick Almeida já havia se envolvido em outra polêmica eleitoral, ao figurar na lista inicial de pré-candidatos pelo PP - inclusive participando de reuniões ao lado de nomes do partido, como Davi Davino e Arthur Lira. No entanto, logo depois, apareceu na lista de filiados do Solidariedade.
Desde o começo da pré-campanha, o nome de PTK já era ventilado como um dos que podiam surpreender no cenário eleitoral de Maceió. Em várias enquetes feitas ainda no começo do ano, o influencer aparecia bem posicionado, com alta quantidade de cliques.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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