Politicando
Em vídeo, Bolsonaro veta aliança de George Clemente com PL em São Miguel dos Campos
Ex-presidente afirmou que vai fazer valer a regra que já foi aprovada pelo seu partido em todo o Brasil
Um vídeo publicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma rede social pode ser um banho de água fria para as intenções de união eleitoral entre diretórios municipais de PT e PL em todo o Brasil. Em Alagoas, ao menos em São Miguel dos Campos esta aliança já havia sido anunciada.
Bolsonaro afirmou que não há a menor possibilidade do PL se aliar ao PT em nenhuma eleição municipal do Brasil, e que esta é “uma decisão sem volta”. Sem citar nenhuma cidade específica, afirmou que coligações desse tipo serão desfeitas em todo o Brasil imediatamente.
“Tudo que eu acerte com o presidente Waldemar está sendo cumprido. Vamos ter mais de dois mil candidatos a prefeito e em alguns municípios estão aparecendo o PL se coligando com partidos como o PT, PCdoB e Psol. Vamos fazer cumprir agora que essas coligações tem que deixar de existir”, afirmou o ex-presidente.
A regra atinge diretamente a coligação de George Clemente (MDB) em São Miguel dos Campos, que além do PL, conta também com os partidos da federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB). Ao todo, 10 legendas estão com o atual prefeito, que busca a reeleição.
Bolsonaro e o PL tentam nacionalizar a guerra política entre o ex-presidente e o atual, Lula (PT). Como pano de fundo do debate, estão as eleições de 2026, quando o PL deve lançar um nome para disputar nas urnas contra Lula, que deve ir para a reeleição. O ex-presidente encontra-se inelegível pelo TSE até 2030.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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