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Renato Filho diz que Thais Canuto faz ‘politicagem’ ao querer cancelar concessão da água à BRK

De acordo com o prefeito, o marido de Thais teve participação direta no processo de outorga

07/08/2024 11h11 - Atualizado em 07/08/2024 11h11
Renato Filho diz que Thais Canuto faz ‘politicagem’ ao querer cancelar concessão da água à BRK

O prefeito de Pilar, Renato Filho (MDB), disse que sua prima, a vereadora e candidata a prefeita Thais Canuto (PDT), faz “politicagem” ao prometer que vai cancelar a concessão da água à BRK na cidade, caso seja eleita. De acordo com Filho, o marido de Thais, Maurício Bugarin, teve participação direta no processo de outorga.

Renato Filho foi o entrevistado desta quarta-feira (07) no Antena Manhã, da Rede Antena 7. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 07h às 10h.

“O leilão da água foi feito pela Seinfra, que tinha à época como secretário Maurício Quintella. Como 2º secretário executivo, o esposo da Thais Canuto. Então ele participou diretamente das ações para o leilão acontecer”, revelou Renato Filho.

Na sua avaliação, o prefeito acredita que sua prima esteja fazendo politicagem ao associar o município com a outorga da água à BRK. “É óbvio que ela está fazendo politicagem, porque quem fez o contrato não foi o município, e esse cancelamento não pode acontecer”, disse.

No mês anterior, a vereadora Thais Canuto disse que iria articular o cancelamento da outorga da água à BRK diante das reclamações dos cidadãos pilarenses.

Confira a entrevista completa:

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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