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Berg Holanda desiste de candidatura à Câmara, e complica chapa do Solidariedade em Maceió

Partido tem como principal nome a vereadora Silvânia Barbosa, esposa do deputado Marcos Barbosa

03/09/2024 17h05
Berg Holanda desiste de candidatura à Câmara, e complica chapa do Solidariedade em Maceió

Ex-vereador da capital, Berg Holanda (Solidariedade) desistiu de pleitear novamente uma cadeira na Câmara de Vereadores de Maceió. O ex-candidato protocolou sua renúncia na justiça eleitoral na última sexta-feira (30).

Holanda era um dos nomes mais cotados dentro da chapa do partido, que agora tem que refazer suas contas e impulsionar os nomes que ainda fazem parte do grupo, se quiser manter a previsão de eleger dois vereadores na capital.

Analistas já avaliam que sem Berg, a chapa da legenda poderá ter votos suficientes para eleger apenas um vereador. O nome mais cotado internamente dentro do Solidariedade é o da atual vereadora Silvânia Barbosa.

Fontes ouvidas pelo Blog Politicando afirmam que Holanda negocia com dois nomes, para onde pode levar seu apoio e destinar suas bases a qualquer momento: o atual vereador Samyr Malta (Podemos) ou o presidente do PSB em Maceió, Gustavo Pessoa.

Em reservado, Berg já se queixava há algum tempo de que a situação na chapa era difícil. Ele era um dos que advogavam que o partido não tivesse candidato majoritário, e que Lobão ‘descesse’ para uma candidatura proporcional, dando musculatura à chapa que poderia eleger mais nomes.

É a segunda baixa que ocorre na chapa do Solidariedade desde o início da campanha, por motivos diferentes. Durante as convenções em julho, o líder comunitário PTK foi impedido de concorrer pelo partido pelo próprios colegas de chapa.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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