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Articulação com PV pode fazer PT ter até três vereadores na Câmara de Maceió em 2025

Sílvio Camelo mostra disposição em retirar filho da casa, caso ele seja eleito, abrindo vaga para mais um petista

11/09/2024 17h05
Articulação com PV pode fazer PT ter até três vereadores na Câmara de Maceió em 2025

Um acerto informal, de bastidor, vem permeando a conversa entre as lideranças da federação Brasil da Esperança em Maceió - especificamente o deputado Sílvio Camelo, líder do PV, e alguns candidatos petistas que almejam uma vaga na câmara de vereadores.

Camelo vem repetindo, em mais de uma ocasião, que caso seu filho seja um dos eleitos na chapa da federação, não passará muito tempo na Casa de Mário Guimarães. Camelo (o pai) pretende alçar Camelo (o filho) a algum cargo dentre os espaços do PV no governo estadual.

A conversa anima os candidatos petistas, que mesmo não conseguindo a vitória nas urnas, podem ser beneficiados com a saída de Sílvio Camelo Filho e a abertura da sua vaga para o primeiro suplente.

Hoje, no papel e nas pesquisas internas, Teca Nelma (PT) e Sílvio Filho (PV) são os favoritos. Caso a federação consiga mais uma vaga, aí a briga é forte entre Charles Heberth (PCdoB), Dr Valmir (PT), Basile Christopoulos (PT) e Pastor Wellington (PT). O primeiro suplente, caso Camelo mantenha a palavra, também assumiria.

Vale lembrar: nos bastidores, a chance de um terceiro vereador da federação já foi mais forte, mas a campanha mostrou que o tamanho de Teca Nelma nas urnas não é tão grande quanto se imaginava.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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