Politicando
PDT pode estar lado a lado do PSDB e do Solidariedade nas eleições de 2026
Alta cúpula dos partidos discutem a formação de uma federação para se opor ao lulismo e ao bolsonarismo
Os presidentes nacional do PDT, PSDB e Solidariedade seguem discutindo sobre a possibilidade de formar uma nova federação partidária para bater de frente contra o lulismo e o bolsonarismo, que tem ganhado cada vez mais espaço nos últimos pleitos.
Há, ainda, a possibilidade desse grupo atrair para as negociações o PRD (resultado da fusão do Patriota e PTB). De acordo com a Folha de São Paulo, a federação deve sair do papel até o final de novembro.
Além de bater de frente com os dois principais polos da política nacional - lulismo e bolsonarismo -, a federação teria como o objetivo não esbarrar na chamada cláusula de barreira, que estabelece um número mínimo de votos que os partidos precisam nas eleições à Câmara de Deputados para ter acesso ao fundo partidário e tempo de TV.
De acordo com o deputado federal Aécio Neves (PSDB), “há uma intenção de fortalecer o centro democrático como alternativa para o país”.
As lideranças dos partidos envolvidos ainda têm muito a discutir com as instâncias locais de seus respectivos grupos, mas o interesse de fato há.
Ao 7Segundos, o vice-presidente estadual do PDT, Lailson Gomes, disse que ainda não recebeu nenhuma informação do diretório nacional da sigla acerca do tema.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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