Politicando
Kelmann pode deixar a Câmara de Maceió e assumir secretaria na gestão de JHC
Vereador e prefeito negociam a gestão de uma das pastas do município
Após passar a integrar a base de apoio do prefeito JHC (PL) em Maceió, o vereador Kelmann Vieira (MDB) negocia sua participação na gestão, e pode ser indicado para assumir uma das pastas da gestão municipal.
Nos bastidores, a informação é que duas possibilidades são analisadas pelo prefeito, para incluir Kelmann na estrutura da prefeitura de Maceió. A primeira é que ele indique um nome para a Secretaria de Desenvolvimento Social do município, e continue como vereador na Casa de Mário Guimarães.
A segunda, e mais provável no momento, é a de que o próprio Kelmann deixe a Câmara, e assuma a pasta da assistência. Neste caso, quem assume o mandato é o primeiro suplente do MDB, Fernando Hollanda (o Fefa).
Esta última opção, além de atender às expectativas de JHC e também de Kelmann, agrada ao presidente eleito da Câmara, Chico Filho (PL). Fefa é primo de Chico, e o presidente foi um dos articuladores da aproximação entre Kelmann e o prefeito.
Kelmann, segundo pessoas próximas, não tem restrições ao fato de deixar a câmara para assumir uma secretaria. Entretanto, precisa da garantia do prefeito JHC de que alguns de seus projetos na Câmara, mesmo sem ele, continuarão tendo andamento.
Até o final do terceiro mandato de JHC, a SEMDES tinha como secretário Fernando Davino, indicado pelo vereador Davi Davino (pai) e pelo ex-deputado Davi Davino Filho. Com o afastamento de Davi Filho do grupo do prefeito, a família pode perder a pasta.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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