Politicando
Tereza Nelma pode deixar Brasília e assumir cargo no governo Paulo Dantas
Ex-deputada pretende voltar a AL para retomar bases eleitorais com vistas a 2026
A reforma do secretariado do governador Paulo Dantas (MDB), que deve ser anunciada no decorrer de fevereiro (ou só depois do carnaval), pode ganhar mais uma personagem da política alagoana, que deve trocar Brasília por Maceió.
Ex-deputada federal, atual secretária nacional de aquicultura do Ministério da Pesca, Tereza Nelma foi lembrada pelo governador para ocupar uma pasta e retornar a Alagoas, desta vez servindo ao governo do estado.
O retorno de Nelma tem um objetivo claro - o de viabilizar sua candidatura à Câmara Federal em 2026, casa que ela já ocupou entre 2019 e 2022, quando perdeu sua reeleição, embora tenha sido bem votada (obteve 24.722 votos).
Ainda não há uma definição com relação à pasta que a ex-deputada poderá assumir - ou mesmo se irá para uma das agências reguladoras, o que também é uma possibilidade. Ao seu estilo e na sua velocidade, Dantas vai decidindo com calma todos os próximos passos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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