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Rodrigo Cunha já aparece nas redes como ‘prefeito informal’ de Maceió

Vice-prefeito organiza e vistoria várias obras pela cidade

04/02/2025 17h05 - Atualizado em 04/02/2025 17h05
Rodrigo Cunha já aparece nas redes como ‘prefeito informal’ de Maceió

Mais presente nas ruas de Maceió e com outra postura nas redes sociais, o vice-prefeito da capital Rodrigo Cunha (Podemos) já atua como um gestor ‘informal’ da cidade, verificando o andamento de projetos e caminhando pelo bairros.

Nesta terça (04), Cunha lançou em suas redes um vídeo em que explica as etapas da obra Renasce Salgadinho, de revitalização do riacho que desagua na praia da avenida. À vontade, o vice-prefeito arriscou até prazos para entrega de algumas das etapas.

A presença efetiva de Cunha nas ruas de Maceió ocorre justamente num momento em que JHC dedica-se a uma tarefa de bastidores, o que acaba por lhe afastar do contato direto com o maceioense: as articulações em Brasília para a indicação de sua tia, Marluce Caldas, a uma vaga de ministra do STJ.

Cunha deixou o senado para ser vice de JHC, com uma promessa expressa de que o prefeito iria disputar as eleições de 2026. E como consequência, ele (Cunha) assumiria a prefeitura em definitivo. As movimentações do prefeito, até o momento, levam a crer que ele irá para a disputa.

Dessa forma, sem aparecer mais que o titular do cargo, Rodrigo vai se mostrando ao maceioense, de forma leve, preparando o terreno para o que pode ser a sua próxima função, se os acordos forem respeitados.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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