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Gestão de GG à frente de secretaria em Rio Largo causa questionamento na Câmara de vereadores

Tamanho da pasta ocupada por GG também gera divergências com atual prefeito, Carlos Gonçalves

07/02/2025 17h05 - Atualizado em 07/02/2025 18h06
Gestão de GG à frente de secretaria em Rio Largo causa questionamento na Câmara de vereadores

Ex-prefeito e atual secretário de governo de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (PP) tem encontrado dificuldades em dialogar com o atual gestor e seu sobrinho, Carlos Gonçalves (PP). Com gestão bem avaliada, GG foi o principal responsável pela vitória de Carlos à prefeitura, em 2024.

Nos bastidores, a informação que circula é que prefeito e secretário de governo discordam em várias decisões tomadas pelo executivo e avalizadas por GG. Além disso, o ex-prefeito também vem sofrendo críticas de vereadores da cidade, que afirmam que o ex-gestor teria ‘super poderes’ na sua pasta.

Mesmo com as divergências com a câmara e o relacionamento com o atual prefeito, GG continua atuando na função de secretário. Em um post nas redes sociais, o ex-prefeito anuncia o início das aulas da rede municipal de ensino para a próxima segunda, 10.

Mesmo com um esforço de aliados e familiares no sentido de apaziguar os ânimos, a crise de relação entre GG e Carlos Gonçalves pode ter consequências mais sérias. Circula entre os riolarguenses a versão de que o atual prefeito pode inclusive renunciar ao cargo - o que abriria vaga para a esposa de GG, que é a atual vice-prefeita.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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