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Kil Freitas é nomeado novo diretor-presidente da Emater

Nome do ex-prefeito foi publicado no diário oficial desta quarta (10)

12/02/2025 17h05 - Atualizado em 12/02/2025 17h05
Kil Freitas é nomeado novo diretor-presidente da Emater

Após especulações sobre ficar de fora da reforma do secretariado do governador Paulo Dantas (MDB), o diário oficial desta quarta-feira (12) trouxe a nomeação do ex-prefeito de União dos Palmares, Kil Freitas (MDB), como o novo diretor-presidente da Emater.

O órgão, que embora mantenha a mesma sigla mas agora se chama Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas, tem autonomia administrativa e presta assistência técnica e em projetos para pequenos agricultores em todo o estado.

Segundo os bastidores, o governador chegou a oferecer a Kil a secretaria de agricultura do estado, mas o ex-prefeito teria recusado a oferta. A informação é que apesar de ser uma secretaria, a agricultura está esvaziada e não seria uma boa ‘vitrine’ para quem pretende ser candidato em 2026.

Na Emater, Kil poderá desenvolver um trabalho de base com cerca de 300 mil pessoas que exercem atividades no campo ligadas à agricultura familiar, e são atendidas direta ou indiretamente pelo órgão.

O cargo está longe do que o ex-prefeito pensou para o ano de 2025, que era o de gerenciar a pasta da educação estadual; mas não deixa de ser, segundo pessoas ligadas ao palácio Zumbi dos Palmares, um bom ‘prêmio de consolação’ para Kil.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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