Politicando
GG pode disputar mandato na Câmara Federal em 2026
Bom mandato de Gabi Gonçalves na ALE e oportunidade de alcançar eleitorado são as principais motivações
Ex-prefeito e atual secretário de governo de Rio Largo, GG (PP) pretende colocar em prática um plano ousado para 2026 - o de ser candidato a uma vaga na Câmara Federal.
Dono de boa popularidade na região, GG acredita que boas alianças em alguns municípios do interior podem lhe render a possibilidade de disputar uma das nove vagas de Alagoas na Câmara.
Continuando no PP, o ex-prefeito teria que concorrer com outros nomes de peso da bancada progressista, como Fábio Costa, Marx Beltrão e Daniel Barbosa - além do próprio Arthur Lira, que embora ‘namore’ o senado, pode ter que disputar mais uma vez um mandato de federal.
A saída de Arthur, entretanto, pode render uma vantagem a GG - a de pedir votos na região para ele mesmo, ao invés de direcioná-los para Lira.
Ademais, está quase que descartado um retorno para a Assembleia Legislativa - onde o ex-prefeito teve um conturbado período, com áudios e operações policiais que quase encerraram sua carreira política.
Na ALE, mais uma vez o nome da vez é o da atual deputada Gabi Gonçalves, que inclusive vem fazendo um mandato elogiado pelo cenário político, embora seja uma novata na Casa de Tavares Bastos.
Por enquanto, o momento para o ex-prefeito é de realinhamento com o atual gestor de Rio Largo, Carlos Gonçalves (PP). O que se fala é que familiares e correligionários trabalham para pôr ‘panos quentes’ nos desentendimentos.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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