Politicando
Queda iminente de Nísia Trindade do Ministério da Saúde deve levar Isnaldo Bulhões a ser ministro de Lula
Imprensa nacional diz que a ministra da saúde será substituída pelo presidente Lula
A notícia de que o presidente Lula (PT) pretende substituir a atual ministra da saúde, Nísia Trindade, é mais um indício de que o deputado alagoano Isnaldo Bulhões (MDB) pode se tornar mais um alagoano a ocupar a Esplanada dos Ministérios do governo federal.
Bulhões é o nome favorito do atual presidente da Câmara, o paraibano Hugo Motta, para ocupar a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que tem status de ministério. Atualmente, a pasta é ocupada pelo petista Alexandre Padilha.
Médico de formação, Padilha sairia da Secretaria para ocupar o Ministério da Saúde, exatamente no lugar de Nísia Trindade. Por este motivo, a queda da atual ministra é o principal indicativo de que Bulhões será chamado para o ministério de Lula.
A indicação do deputado alagoano seria um pedido pessoal de Motta, sem relação com as negociações por mais espaço nos ministérios reivindicados pelo MDB e outras siglas partidárias. Nem o atual presidente da Casa nem o antigo, Arthur Lira, têm boa relação com Alexandre Padilha.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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