Politicando
Isnaldo Bulhões ganha concorrente de peso por ministério de Lula
Atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann é mais um dos nomes ventilados em Brasília para assumir coordenação política do governo
Com a reforma ministerial do governo Lula (PT) sendo colocada em pauta, cresce a expectativa sobre quem será o sucessor de Alexandre Padilha (PT) na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, que ficou vaga após a ida do antigo titular para o Ministério da Saúde.
Segundo o noticiário de Brasília, Lula segue refletindo sobre duas possibilidades: abrir mais este espaço para o centrão ou colocar nele uma pessoa da sua mais estrita confiança - leia-se, mais um petista.
Se a primeira opção for considerada, o nome de Isnaldo Bulhões é o mais forte para assumir o posto. O deputado alagoano ganhou a confiança de Hugo Motta (Rep-PB), presidente da Câmara, ao articular sua viabilidade como presidente e até abrir mão de cargo na mesa diretora em função de Motta.
Porém, Isnaldo tem uma concorrente de peso para assumir a função. Em fase final do mandato na presidência do PT, Gleisi Hoffmann pode assumir a articulação política do governo, sendo ela a preferida do presidente para o cargo.
Correndo por fora, caso Lula escolha uma ‘coluna do meio’ que não represente necessariamente o desejo dele nem do congresso, há o nome do deputado petista José Guimarães (CE), que atualmente é líder de Lula na Câmara, e tem bom trânsito com Motta.
Os dados seguem em jogo, e a reforma deve ganhar velocidade logo mais, após o carnaval. Com as peças no lugar, Lula tem um desafio e tanto para o pós-folia: destravar a aprovação do orçamento da União, ainda não apreciado pelo parlamento.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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