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Vereador e deputado estadual condenam condições estruturais do Trapichão

Chico Filho (PL) e Marcos Barbosa (Avante) criticaram as péssimas condições do maior palco do futebol alagoano

27/02/2025 17h05
Vereador e deputado estadual condenam condições estruturais do Trapichão

Parlamentares das duas casas legislativas localizadas na capital alagoana manifestaram suas insatisfações em relação às condições estruturais do principal palco do futebol alagoano, o estádio Rei Pelé.

Na terça-feira (25), o deputado estadual Marcos Barbosa pediu em indicação à Assembleia Legislativa que a Secretaria de Esporte e Lazer verifique os pilares de sustentação do estádio. Barbosa fala em preocupação com uma ‘tragédia’, principalmente em dias de jogo.

Já na quarta (26), foi a vez do presidente da Câmara de Vereadores de Maceió, vereador Chico Filho (PL), deixar a cadeira da presidência e se dirigir até o parlatório, onde também solicitou a resolução de problemas crônicos do estádio. “O local não garante a segurança dos torcedores”, afirmou.

O Rei Pelé completou recentemente 54 anos de idade, e não passa por uma reforma estrutural desde o governo Téo Vilela, em 2014 - quando serviu como campo de treinamento para alguns países durante a Copa do Mundo do Brasil.

Desde os governos de Renan Filho (2015 a 2022), o Trapichão está entregue politicamente ao PCdoB, que vem recebendo várias críticas pela gestão do local. Dirigentes esportivos e políticos já criticaram em momentos diferentes as condições de iluminação e do gramado do estádio.

Recentemente, imagens das péssimas condições dos pilares que sustentam o placar eletrônico durante a partida do CSA contra o ASA se espalharam pela internet e renovaram o descontentamento das torcidas e de dirigentes com as condições estruturais da praça esportiva.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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