Politicando
Vereador e deputado estadual condenam condições estruturais do Trapichão
Chico Filho (PL) e Marcos Barbosa (Avante) criticaram as péssimas condições do maior palco do futebol alagoano
Parlamentares das duas casas legislativas localizadas na capital alagoana manifestaram suas insatisfações em relação às condições estruturais do principal palco do futebol alagoano, o estádio Rei Pelé.
Na terça-feira (25), o deputado estadual Marcos Barbosa pediu em indicação à Assembleia Legislativa que a Secretaria de Esporte e Lazer verifique os pilares de sustentação do estádio. Barbosa fala em preocupação com uma ‘tragédia’, principalmente em dias de jogo.
Já na quarta (26), foi a vez do presidente da Câmara de Vereadores de Maceió, vereador Chico Filho (PL), deixar a cadeira da presidência e se dirigir até o parlatório, onde também solicitou a resolução de problemas crônicos do estádio. “O local não garante a segurança dos torcedores”, afirmou.
O Rei Pelé completou recentemente 54 anos de idade, e não passa por uma reforma estrutural desde o governo Téo Vilela, em 2014 - quando serviu como campo de treinamento para alguns países durante a Copa do Mundo do Brasil.
Desde os governos de Renan Filho (2015 a 2022), o Trapichão está entregue politicamente ao PCdoB, que vem recebendo várias críticas pela gestão do local. Dirigentes esportivos e políticos já criticaram em momentos diferentes as condições de iluminação e do gramado do estádio.
Recentemente, imagens das péssimas condições dos pilares que sustentam o placar eletrônico durante a partida do CSA contra o ASA se espalharam pela internet e renovaram o descontentamento das torcidas e de dirigentes com as condições estruturais da praça esportiva.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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