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Antônio Albuquerque mantém controle do Republicanos, mesmo após ingresso da família Davino

Alinhamento ficou decidido em Brasília, em reunião com presidente nacional da legenda

19/03/2025 17h05 - Atualizado em 19/03/2025 18h06
Antônio Albuquerque mantém controle do Republicanos, mesmo após ingresso da família Davino

A notícia da filiação ao Republicanos da família Davino - primeiramente, o filho - levou ao questionamento sobre o comando do partido em Alagoas, até então exercido pelo deputado estadual Antônio Albuquerque.

Aliás, AA também esteve em Brasília para alinhar os próximos passos do partido, junto com o presidente nacional da legenda, deputado federal Marcos Pereira. E a informação de bastidor é que Albuquerque continua à frente da sigla, e recebeu mais algumas ‘missões’ da direção nacional.

Uma das tarefas que AA, com ajuda do clã Davino, deve cumprir em 2026 é fazer pelo menos um deputado federal - o partido já teve o filho de Albuquerque, Nivaldo, como federal entre 2019 e 2022.

E Davi Davino Filho? A informação, que chega de Brasília, é que ele pretende candidatar-se novamente ao senado, embora não exclua a possibilidade de ser candidato a federal e ajudar na tarefa partidária de eleger um representante na Câmara.

Por fim, a notícia é de que em breve o restante da família também assinará a ficha do Republicanos: Davi Davino pai, vereador por Maceió; e Rose Davino, deputada estadual - ambos atualmente no PP.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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