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A projeção de Paulo Dantas para o pós eleições 2026

Governador tem ideia de futuro político caso não dispute mandato nas próximas eleições

23/04/2025 17h05
A projeção de Paulo Dantas para o pós eleições 2026

Caso mantenha a promessa que vem fazendo em vários atos públicos desde o ano passado, e fique no cargo até o final do seu mandato, interlocutores mais próximos de Paulo Dantas dizem que há uma projeção de futuro político para o governador.

Em reservado, Dantas nutre a ideia de que pode ser ministro de Lula, numa eventual reeleição do atual presidente da República, e considerando ainda a eleição de Renan Filho para o governo do estado, em seu lugar.

Com a saída de Renan da Esplanada dos ministérios, Paulo Dantas seria o seu ‘substituto imediato’, não necessariamente no ministério dos transportes, podendo ser em outra pasta de um futuro governo Lula 4.

A projeção do governador alagoano encontra apoio no MDB nacional, já que o principal adversário interno de Dantas no MDB para assumir um ministério, o atual ministro das cidades Jader Filho, irá para a disputa ao senado pelo Pará em 2026, e caso vença, pretende exercer o mandato.

Conta também para o pleito de Paulo a força interna do senador Renan Calheiros, especialmente se o veterano conseguir emplacar seu quinto mandato no senado, com apoio de Dantas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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